Com as inovações do mercado do futuro, temos acompanhado e percebido ao longo dos últimos anos uma evolução gradativa, intensa e constante em relação a tecnologia.

A muito, muitas de nossas tarefas têm se tornado mais praticas, rápidas e fáceis de realizar. Desde a década de 80, do século XX, se ouvia falar que o homem seria substituído pela máquina, e hoje essa realidade está cada dia mais notória.

Mas o que precisamos aprender com esse novo cenário? Especialistas fazem previsões de que em 20 anos 47% das profissões terão sofrido alguma alteração, sumido ou dado surgimento a uma nova. E isso nos faz pensar, como em um cenário futurístico como esse, nós nos diferenciamos?

Em entrevista, o economista Cristopher Pissarides, fala sobre a era cognitiva e as inovações tecnológicas, e afirma, o que vai diferenciar o profissional do futuro não é o quanto ele sabe, mas o quão rápido ele consegue aprender.

A era do reconhecimento das capacidades

E se pensarmos sobre o futuro, rapidez é uma das palavras características sobre o seu funcionamento, uma vez que a gama de informações flui em grande escala e ela precisa ser rapidamente dissolvida e processada, aquele que se manter ativo nesse cenário, terá reconhecimento certo.

O que se sabe hoje, é que para alunos de ensino médio, ao terminarem suas faculdades o ambiente de interação estará muito diferente da atualidade.

Mas isso não significa que seja um aspecto negativo sobre nosso futuro. Mostra que os ditos sobre sorte, ou fazer de qualquer forma, dando o velho jeitinho para tudo, não vai mais funcionar.

É a era das verdadeiras capacidades serem reconhecidas. E pasme, o que vai te diferenciar como profissional, não está ligado a algo que um robô possa realizar com a mesma destreza.

Nenhuma máquina substitui o processo de humanização que está envolvido nas realizações profissionais.

Habilidades que eu preciso desenvolver

Habilidades cognitivas avançadas: a criatividade, solução de problemas de formas inovadoras, pensamento sobre pressão em ambiente e tomada de decisão de uma forma geral, tanto em ambiente de menor impacto, quanto maior, o uso massivo de pró atividade ainda estão longe de serem desempenhadas por computadores ou robôs.

Essas habilidades estão diretamente ligadas ao desempenho da inteligência emocional do ser humano, por isso, essas capacidades estarão entre as habilidades do futuro valorizadas por empresas, e que serão reconhecidas por uma grande parcela.

Habilidades tecnológicas: como uma extensão da capacidade de se adaptar, das nossas habilidades cognitivas, o desenvolvimento de habilidades digitais será fator de sobrevivência no mercado de trabalho.

Isso não significa se formar em algo, e está tudo bem. É preciso constância e inovação, uma vez que a tecnologia sofrerá alterações  constantes e trará cada vez mais realizações para dentro de seu campo. O profissional, líder ou empreendedor que ficar obsoleto, ficará para trás.

O que diferencia você hoje?

Pare e pensa, hoje quem são as pessoas que você admira pelos resultados, pela forma como conduzem sua carreira e resultados que obtém?  Que pergunta você faria agora para essa profissional que pode mudar o seu futuro?

O quanto você está disposta a se desenvolver para crescer e se preparar para liderar a sua vida e da sua família. Nós precisamos nos desafiar. Esse é o lema que nos leva ao futuro, e é ele que nos prepara para um mundo que não imaginamos ainda como vai ser.

Comece a se questionar, quais competências preciso desenvolver, e o que devo começar a fazer?

Talvez as formas tradicionais que hoje ainda existem não te levarão mais ao resultado que você quer e que te dará apoio no futuro. Quer um exemplo disso?

Tudo está mudando…

As universidades estão mudando a sua forma de condução, porque existe um movimento que não pode mais esperar 7 anos de estudo. É preciso rapidez e precisão.

Há 10 anos atrás eu não imaginava em construir uma carreira na internet, produzir e distribuir conteúdo na maior parte do meu tempo, e muito menos que conectaria com tantas pessoas tão longe de mim, muitas as quais nem conheço, e mesmo assim impactar a vida delas.

E aí está, essa é nossa grande deixa, citada pelo economista no início do artigo, precisamos ser eternas aprendizes, dispostas a reaprender, seguir e evoluir principalmente com as nossas competências de inteligência emocional.

As estatísticas futurísticas revelam ainda que boa parte da população mundial não terá o que fazer em 2050. E sabe o que vai te colocar num lado ou no outro?

A capacidade de usar a sua inteligência emocional nas situações envolvidas para soluções criativas e equilibradas.

Hoje você precisa se perguntar e entender, existirão dois lados, um de pessoas realizadas, no auge de capacidade de transformação e entrega diferenciada e outro em que estará uma grande parcela de pessoas infelizes e doentes emocionalmente.

De que lado você quer estar?

Pare de se cobrar tanto e cuide das suas emoções.  Invista no SER, construía um legado com propósito e perpetue suas potências nas próximas décadas que virão.

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Até o próximo post,
Com carinho

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