empreendedorismo feminino

Empreendedorismo Feminino: Ela Enfrentou seus medos e começou a empreender

Muitas mulheres pensam em buscar a independência financeira através da criação de algum negócio. O sentimento de empreendedorismo nelas é muito forte porque a criatividade feminina é muito maior que dos homens e a chance de sucesso no mercado é muito maior.

Contudo, elas esbarram no medo de empreender, e quebrar essas barreiras não é nada fácil.

Além de vencer todos os desafios da profissão, ainda precisam superar preconceitos e quebrar paradigmas de uma sociedade extremamente machista.

Por isso, sempre que nos depararmos com uma mulher empreendedora devemos admirar sua luta e observarmos essa pessoa como um exemplo.

O medo nada mais é que um sentimento que nos alerta de que algo possa dar errado. Esse senso de preservação quando em doses normais é muito benéfico, pois nos faz refletir e analisar qual seria a melhor estratégia.

No empreendedorismo isso é fundamental.

O empreendedorismo feminino é um campo cheio de obstáculos para serem superados, sendo imprescindível coragem e dedicação para não desistir. Mesmo grandes empresas criadas por mulheres tiveram seus momentos de oscilações até se estabelecerem com estão hoje.

Para a mulher empreendedora, abrir um negócio hoje é preciso além de toda a coragem e determinação que elas já possuem, devem estar atentas também a outros fatores. Vamos conhecê – los?

Estudar o mercado

A mulher empreendedora antes de tudo precisa se especializar nas informações do mercado. É preciso pesquisar e analisar a situação das empresas do nicho que pretende trabalhar, além de conhecer o capital necessário e os riscos que o negócio propõe.

Trabalhar focada em metas

Metas traçadas são desafios que toda mulher adora. A palavra chave para elas é superação, por isso estipular metas atingíveis e ir superando uma a uma, visando o desenvolvimento dos negócios, transforma o resultado.

 

Criar uma carteira de clientes

Essa parte é fundamental para o início de um negócio. Para isso elas podem trabalhar com prospecção de clientes diretamente nas ruas, empresas, centros comerciais, dentre outros.

Isso também pode ser trabalhado de forma passiva, através de networking e outras mídias de divulgação. O empreendedorismo feminino é muito baseado em sua rede de relacionamentos. Não podemos esquecer de traçar um público-alvo, construir a persona e ir atrás deles.

 

Trabalhe com produtos que você possa vender

Como a empresa está no começo, o desafio é muito maior, pois precisa de mais dinheiro circulando do que uma empresa estabelecida.

Perante tantos desafios e dificuldades é preciso lançar produtos que tragam retorno rápido e também busquem trabalhar com pessoas com experiência em seu ramo de atuação. Seu vendedor precisa saber vender e conhecer o que está vendendo, não é o momento de muitas apostas.

Podemos ver que o empreendedorismo feminino não é nada fácil, contudo não estamos falando de algo impossível, qualquer mulher pode empreender. Nos momentos de dificuldade o importante é contar com pessoas experientes e que possam te direcionar, como uma consultoria por exemplo.

 

Outras barreiras que as mulheres empreendedoras enfrentam

Além do próprio medo de abrir uma empresa em si, a mulher empreendedora ainda precisa vencer outros desafios, fruto de uma sociedade que as enxergam como “frágeis”, o que é um grande absurdo e temos que lutar cada vez mais para que essa visão retrógrada seja deixada para trás.

 

Investimentos diferentes para homens e mulheres

No Brasil e em toda América Latina o número de empresas criadas ou administradas por mulheres cresceram cerca de 30%. Esse dado poderia ser comemorado se não fosse um detalhe: apenas uma pequena fatia dessas empresas são consideradas de alto impacto.

Nos EUA apenas 2% de todas as empresas criadas por mulheres chegam à casa de um milhão de dólares em receitas. Infelizmente em todo mundo o investimento em empresas lideradas por mulheres é muito menor do que as convencionais.

O número mais assustador é que se todas as empresas lideradas por mulheres recebessem os mesmos investimentos, cerca de 6 milhões de empregos seriam criados em um prazo de 5 anos nos Estados Unidos.

Elas se sentem desestimuladas

A mulher empreendedora além da dificuldade de conseguir investimentos satisfatórios para suas empresas, ainda enfrentam outros empecilhos em suas carreiras.

Mesmo que boa parte dos administradores concorde que a diversidade de gênero seja boa para as empresas, o número de mulheres no comando delas é mínimo. Esse número cresceu muito pouco em 4 anos, chegando a ser imperceptível.

É muito difícil se manter no comando de uma empresa com tudo estando contra.  Esse desencorajamento leva a taxa de mulheres com medo de empreender subir consideravelmente. Em contrapartida os homens hoje têm menos receio de abrir um negócio do que há cinco anos.

Mesmo em cargos menores as mulheres têm menor expectativa de crescimento dentro da empresa se comparando com homens na mesma situação.

Após um período de 5 anos as mulheres já não esperam mais por uma promoção dentro da mesma empresa. Na maioria das vezes ou se conforma com o cargo que estão ou mudam de emprego.

 

Educação desigual

A educação é outro fator que prejudica o empreendedorismo por parte das mulheres. Nem todas tiveram acesso à educação de qualidade, sendo o ambiente escolar o formador de muitas das habilidades de empreender, e não estamos falando de cultura não.

Mesmo a convivência com outras mulheres é muito importante.

Isso acontece em todo mundo, onde mulheres precisam enfrentar diversos problemas para realizar atividades que são tão normais para os homens: estudar, trabalhar e etc.

No Brasil o número de pessoas de mesma idade e que terminaram o ensino superior entre homens e mulheres é absurdo. Por isso muitas vezes as mulheres resolvem abrir uma empresa sem o mínimo de preparo para enfrentar as dificuldades do mercado.

 

Sexismo desenfreado

Apesar de muito se falar nas diferenças entre homens e mulheres no mundo do empreendedorismo, a discriminação de gênero acompanha a mulher empreendedora em todas as fases da abertura de sua empresa. Esse preconceito recebe o nome de sexismo.

Um estudo realizado nos Estados Unidos comprova todo esse tratamento. Durante essa pesquisa o número de mulheres contratadas por uma empresa era muito superior à taxa de homens quando apenas a formação ou as habilidades eram analisadas. Deixando de lado a foto e o sexo, pode se comprovar o sexismo presente.

Por outro lado quando o mesmo estudo foi feito de maneira “normal” a taxa de contratação de homens foi muito maior, infelizmente.

Fora isso o julgamento preconceituoso ainda acontece em relação à capacidade das mulheres em relação a temas ligados a negócios. Esse preconceito torna mais difícil o empreendedorismo feminino.

 

Conclusão

Existem setores onde esses dados são mais alarmantes ainda. Em empresas de tecnologia e internet o número de mulheres presentes é extremamente baixo, mesmo com todo o avanço tecnológico dos dias atuais.

Mesmo depois de várias conquistas as mulheres ainda não contam com um “campo” propício para desenvolver todo seu potencial profissional e empreendedor e mesmo assim elas enfrentaram todos os medos e começaram a criar suas empresas com um entusiasmo jamais visto.

A mulher empreendedora merece apoio de instituições financeiras para melhorar o investimento em seus negócios, gerando empregos para outras mulheres que não tiveram a mesma sorte de poder abrir seu próprio negócio. Essa visão de mudança precisa partir de cada um de nós, dentro e fora do mercado.

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Se você conhece uma mulher empreendedora ou já pensou em abrir o seu negócio, fale sobre seu caso nos comentários. Deixe sua mensagem.

Abraços,

Fernanda Tochetto

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